alien, o alienado passageiro

Podia ser um alien, o alienado passageiro ou simplesmente um alienado porque longe do local habitual do seu poiso estava. Mas para alien ser teria de ter aterrado, mas em cima da areia só podia ser areado.

Voltando ao alienado, é bem mais provável, porque se ali e nado, podia ter vindo a nado com o mar ali ao lado, mas a nado não veio, porque pela areia apeado o vi chegar.

Já passageiro é possível porque a estadia em  recondito local fez-se por pouco tempo. Tempo de umas habilidades para daí se esvair.

antes do mar

Antes do mar, o sol passa pelo rio, entre árvores e arbustos, esgueirado por entre nuvens, num peculiar laranja que das macieiras não brota, nem de laranjeiras frutifica, todos os dias do ano, mesmo que nuvens densas se entre ponham! O rio não sendo meu é Minho, recortando a geologia do norte em grandes lanhos fendidos de uma terra de nome Lanhelas. Esse Sol que não é solido, mas ido será esse Sol, essa bola de plasma incandescente que irradia tanta luz, contrasta com a água em suaves reflexos de tons laranja e negro.

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põe-te sol

É esse o mar onde te pões,

em tons de laranja colorido,

do monocromático ficam visões,

de um sol cinzento ido!

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#esculturas de uma luz crepuscular

O crepúsculo do entardecer esculpe nas nuvens formas efémeras que só a fotografia as imortaliza num bailado cromático de luz.

#lobo do mar

Lobo do mar ou lobo solitário! Um dia de treino para preparação de provas de mar. Ainda em águas fluviais e sem conhecer o seu destino, o lobo do mar dirige-se em direcção ao mar alto, onde águas agitadas contrastam com a serenidade do rio.

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II Troféu Cidade de Viana do Castelo

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II Troféu Cidade de Viana do Castelo – Classe Optimist

Clube de Vela de Viana do Castelo

À espera dos velejadores, contemplando a paisagem em pleno mar, avista-se em terra ao longe, a princesa do lima, essa terra que viveu monótona e vive agora voltada para o mar em momentos náuticos desportivos, lugar que desprezou durante muitos anos e que os pescadores sempre abraçaram. Vela, Canoagem, Remo e Surf, dispõe agora de condições técnicas para o desenvolvimento da prática desportiva ao mais alto nível, num culminar de uma luta em condições muitas vezes difíceis, mas que nunca levou quem acreditou a desistir. Muito ainda haverá a fazer, mas são estes novos equipamentos dirigidos por organizações com tradição e muitos anos de resistência na preservação das actividades náuticas que projectam a cidade de Viana do Castelo no mundo e trazem o mundo à cidade!

E numa cidade onde as suas gentes falam de tudo e de todos sobre o que não interessa, deviam falar mais dos que fazem muito pela cidade e abrem as portas a que mais gente chegue à cidade alimentando a economia que fomenta o progresso!

E quem vem de fora, vem por bem e à procura do que é nosso e é tradicional e não à procura de assuntos “coscos” de quem se preocupa com a vida alheia e desdém dos outros sem olhar para si! Gente que perde tempo com inutilidades em vez de ajudar quem de facto faz o bem!

#on the sea

Algures no oceano Atlântico em frente a Viana do Castelo à espera dos velejadores.

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a lua de viana

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E como a lua faz parte de todas as paisagens, a lua de Viana não é excepção. Gentes de mar, terra de pescadores, vêem a luz nascer na hora da partida para a faina. Companheira na solidão do mar, ilumina a noite dos pescadores, nas noites em que se fazem ao mar.

O outrora navio hospital Gil Eannes, protector da frota bacalhoeira, descansa na doca da marginal como navio museu da cidade de Viana do Castelo.

#as cores do mar

Olhar o mar nas cores que lhe são próprias é naturalmente belo com a sua linha do horizonte a desenhar um limite utópico, mas quando olhamos de outra forma, como este registo em em tons de sepia, percebe-se que ele continua fascinantemente belo independentemente da cor.

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