Canais e cantarias

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Entre canais e cantarias, coisas de antepassados, salta a vista dos caminhantes, por caminhos de antes cruzados, coisas que o homem engenhou!

Na abundância da chuva, a água tinha de passar! Era o vedado de pedra, que não podia reter, águas que a chuva acumulava, nesses canais de montanha, para a proteção se manter, naquelas muralhas erguidas, passagens eram abertas, com grades de ferro prendidas, nas pedras da cantaria.

Passava a água que descia e evitava o ladrão que subia! Evitava a heresia!

O tempo leva à ruína, essas construções do passado, deixando aquelas que resistem, para mostrar nostalgia.

As pedras desta abertura, deixam visível um arco, de nome sobre abatido, sobre pedras de ombreira, obra de mestre canteiro que o tempo não lembrou. Anónimos artistas pedreiros, que nas artes de esculpir, deixaram legados erigidos, sem nunca ser conhecidos!

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