Ambos são centrais

Da periferia para o centro, ambos são centrais, os métodos de registo de longa exposição, uns obtidos por efeito de zooming e outro pela rotação do equipamento. Nos dois casos produzem-se imagens abstratas.

Dois dos registos são no Campo e Igreja da Senhora D’Agonia e outro é da Igreja de São Domingos, ambos executados em maio de 2015.

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arrastado para o abstrato

De arrasto em arrasto, arrastado para o abstrato, é o trato que é dado, a quem abstraído fica neste enquadrado retrato. São ruas abstraídas, com pessoas distraídas que em anonimato são mantidas! Pedaços de uma cidade, todos os dias calcados por pessoas bem vividas. São simples os anónimos que passam, entre pessoas ilustres, que com arrasto ilustrado, mesmo pessoas notáveis, à sombra do abstrato, ficam simples seres humanos, que mesmo que tenham uns manos, ficam todos iguais.

Iguais entre iguais e outra pessoas que tais!

Sei que não sou escritor e por isso a minha dor! Faça-se por isso jus, por que sou desenhador, desenho com transferidor e até com muita luz!

De regresso à fotografia, estes são registos de ensaios com luz e longa exposição com recurso a vários métodos de arrasto, pelas ruas de Viana do Castelo, em maio de 2015.

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Atração pela abstração

A fotografia pode ser realista e na maioria dos registos, mesmo em representação abstratas, usam-se formas realistas para produzir fotografias abstratas. Mas a atração pela abstração é superior pode gerar registo instantâneos convertendo o real em abstração com recurso a longas exposições, produzindo arrasto.

Neste registo, o arrasto foi obtido com efeito de rotação, com foco no elemento humano. Apesar da abstração e da não identificação do elemento humano, trata-se de alguém que caminhava na Rua Manuel Espregueira, em Viana do Castelo. O registo foi obtido por volta das 12h00, em maio de 2015.

Na senda das máquinas

A indústria tem fabricado equipamentos de diversas dimensões e diversas potências para obras de engenharia civil, e na senda das máquinas, aqui fica disponível mais um registo de uma escavadora, este executado em maio de 2015, durante uma obra de requalificação urbana, na cidade de Viana do Castelo, mais propriamente na Rua de Viana.

Na senda das máquinas, aqui fica disponível mais um registo de uma escavadora, este executado em maio de 2015.
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Aquela máquina

Registo de 2015 05 14, retirado dos confins do acervo fotográfico pessoal.

A indústria sempre criou máquinas para vencer dificuldades e ganhar tempo! Aquela máquina, uma escavadora, também foi concebida com esse objetivo e foi força de trabalha, mas o tempo dominou-a e fez com que parasse no tempo.

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Objeto de atenção ou desprezo, permanece inerte há muito anos no mesmo local. Um ícone do local! Vive à longos anos morta onde parou pela ultima vez! E continua a morrer dando vida à vegetação que se apodera dela e teima em regressar sempre que é retirada! É a força da natureza que, ora é natureza viva, hora é natureza morta, sobre a natureza morta da máquina! Mas como em tudo na vida, cumpre o seu ciclo.

Eva Schulte

Detalhe do navio do Eva Schulte a quando da sua passagem, em 2015, pelos antigos Estaleiros Navais de Viana do Castelo, atual Martifer, para reparação e manutenção.

Detalhe do navio do Eva Schulte a quando da sua passagem pelos antigos Estaleiros Navais de Viana do Castelo.

Mercúrio

Mercúrio, Vénus, Terra e a viagem vai longa!

Mercúrio, Chumbo, Arsénio e a coisa está a ficar pesada!

Não! Não é o Mercúrio do sistema solar que aqui se pretende apresentar! Nem o Mercúrio dos metais pesados! É tão só o Deus das venda, do comércio e do lucro! Resumindo, um Deus da atividade económica!

Para os Romanos, estava encarregado de levar mensagens a Júpiter! Um leva e traz! Basicamente um “cusco”! E sob o ponto de vista político, um delator ao serviço do ditador! Um “bufo”! Mas naquele tempo era sagrado! Agora querem fazer crer que também é sagrado!

Se agregarmos o sistema planetário à mitologia, nunca conseguiria chegar a Júpiter! Então, usaria o passa palavra e o diz que disse entre planetas! E nestas coisas do diz que disse, quando a mensagem chegar ao destino, é certo que vai deturpada!

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E porquê!? Perguntam vocês! Se não perguntarem eu pergunto por vós!

Mercúrio entrega a mensagem a Vénus, Deusa que vê as coisas com muito amor e carinho, mas anda a enganar Vulcano, e dá-lhe outra roupagem para não ser descoberta! É então que a mensagem é atirada por Terra, como de algo banal se tratasse! Mas Marte toma parte no processo e, numa ação repentina, rebenta com tudo, e no meio das couves lá encontra a mensagem. Como Deus da fertilidade, num ato de imaginação fértil, transforma a mensagem num relatório dramático e assim o entrega a Júpiter!

E já se sabe! Quem conta um conto, acrescenta um ponto e com Deuses é o que é! É tudo à grande!

De regresso a assuntos sérios, a Mercúrio, e à origem de toda esta saga, está o Estátua Chafariz de Mercúrio, localizada no Largo Vasco da Gama, em Viana do Castelo, e é do conhecimento de alguns interessados na movimentação do património edificado que este monumento já conheceu dois locais diferentes do atual.

Ficam aqui os links das três localizações:

1840

Alameda 5 de Outubro (Antigo Largo do Pombal)

Localização

1867

Alameda 5 de Outubro (Jardim Municipal)

Localização

1958

Largo Vasco da Gama Atualmente

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Assunto pendente

Assunto pendente porque o que conta na fotografia é o assunto. Ele determina a narrativa da composição.

Mas assunto pendente porquê?

A razão é simples! O elementos de destaque na composição são pendentes constituídos por argolas de cartolina!

Trata-se de uma decoração à entrada da Rua Grande em Viana do Castelo em maio de 2015.

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Paulo Vale Afonso

Alteração do calendário

A exposição de Paulo Vale Afonso, agendada para | 2021 – 04 – 24 | às | 16h00| sofreu uma alteração devido às restrições do plano de contingência do coronavírus, mantendo-se a data, mas às | 11h00 |.

Exposição de fotografia de Paulo Vale Afonso, Going South, uma iniciativa da Oficina de Fotografia da AONORTE. Com a exposição é lançado também o segundo volume de OFZINE, o OFZINE#02.

A série de publicações OFZINE iniciou-se com a exposição DENTRO, tendo sido lançado o OFZINE#01 e que terá continuidade em parte das iniciativas da Oficina de Fotografia da AONORTE.

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