Gentes da minha

 

Gentes da minha terra que da minha terra não são, fazem uma serufa. Popularmente classificada de selfie, segundo a moda atual de usar termos estrangeiros para todos os movimentos de massas. Há muito que uso o termo depreciativo serufa para aquilo a que na realidade não passa de um autorretrato.

E assim se faz história, na história efémera do digital que é perpetuada nas bases de dados publicas ou privadas. Perpetuar nos arquivos privados é relegar ao esquecimento, muito por culpa do princípio do digital. Enquanto que no analógico havia um papel que perpetuava a imagem e que fazia a manutenção da memória. Agora a memória precisa de muita manutenção para localizar o registo no digital.

Mas voltemos aos momentos daqueles que mostram ao mundo o que de belo há em Viana do Castelo, registando um autorretrato num cenário que começa a tornar-se um ícone da cidade. Mas do cenário pode fazer parte o caçador que caça o momento pela lente do smartphone que sendo grande angular, poderá ter vistas largas.

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