#ensaio sobre a luz

Bem, a luz é importante, mas se não houver bosta nenhuma não há fotografia para ninguém porque a dita cuja tem que bater em alguma coisa, animada ou inanimada para reflectir e chegar à câmara escura! Foi o caso desta “inanimação” que originou este registo.

Quando me dizem que já fotografaram tudo num local, pergunto-me se por acaso percorreram cada metro desse local e de já exploraram todas as possibilidades de luz que variam durante o ano e com diferentes equipamentos. São talvez dezenas de registos feitos deste local e cada vez que o faço é com o mesmo prazer dos anteriores. Há sempre qualquer coisa que pode variar e se não for mais, a forma como desejamos ver o registo.

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saltou-me a tampa, hoje

E porque saltou-me a tampa, hoje!? Nem tudo que é perfeito é do agrado e volkswagen nem tudo que é do agrado é perfeito! Avesso ao tratamento de fotografias, dou por mim a observar os meus registos e a avaliar o resultado das minhas incursões fotográficas, encontrando frequentemente registos que deveriam ter sido melhor trabalhados no local! Nem sempre é possível e às Continue reading saltou-me a tampa, hoje

“déjà vu” pictórico

Hoje deu-me para o “déjà vu” pictórico num registo com “smartphone” para os “smart” que acham que o sistema não faz fotografia. Embora de qualidade reduzida, serve perfeitamente os propósitos da “web”, porque quem busca qualidade que a pague!

No entanto, e apesar da qualidade, esta fotografia revela as partes baixas de uma ponte, de seu nome Ponte Eiffel, residente sobre alicerces no Rio Lima, da história Rio Lethes, na localidade de Ana que foi vista no Castelo, mais propriamente Viana do Castelo. Lethes de esquecimento para os incautos porque do outro lado, consta da história, que a memória não se esvaiu! Esvai-se sim, a memória daqueles que quiseram singrar e necessitaram de calcorrear os caminhos da aprendizagem e gostavam de ver as suas obras, mesmo que menores, vistas e apreciadas por outros.

Diz-se ainda que em democracia todos tem direito de mostrar os seus dotes às comunidades de que fazem parte! Caso contrário só os eleitos o podem fazer e ai estamos a gerar elites de egoístas! No mesmo processo democrático dentro da ditadura imposta pelo “facebook”, as pessoas e não pessoas são livres de opinar e gostar se quiserem e quando quiserem! Tão livres que até podem mentir dizendo que gostam!

E sem mais alongamentos, porque a idade já não dá tréguas, por aqui me fico à espera de reacções que obviamente só podem vir de reaccionários, esperando no entanto o contributo de uma opinião dada por aqueles a quem lhes foi conferida a sensatez!

Ponte Eiffel