Tri é algo que representa três. Triatlo, tripartido, trilogia, tri qualquer coisa, são palavras que agregam um conjunto limitado superior a dois e inferior a quatro, para esclarecimento dos mais incautos. Aqui representam-se três aberturas. A primeira, muito comum, serve para iluminar e arejar um espaço de habitação e a que se dá o nome de janela. O segundo serve para iluminar de uma forma especifica, nomeadamente os navegantes como ponto de referencia e localização e de seu nome farol. A terceira, aberta para os dois lado, serviu em tempos para sinalizar ao som das badaladas, a população das redondezas e de seu nome torre sineira, neste caso mini.
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Igreja de Nossa Senhora D’Agonia
Qualquer que seja o ângulo, a igreja de Nossa Senhora D’Agonia, inspira à fotografia e aos mais diferentes enquadramentos. Brincar com a luz sobre este edifício é caminhar em sentido surpreendente de resultados de luz e sombra. Porque a sombra é a consequência da existência da luz.
#Igreja de Nossa Senhora D’Agonia
Serenata monocromática
A serenata, momento em que culmina a Romaria de Nossa Senhora D’Agonia, é um espetáculo de luz e cor que o fogo de artifício proporciona. Esta é a minha visão monocromática.
#Serenata a cores e com gente
A serenata, momento em que culmina a Romaria de Nossa Senhora D’Agonia, é um espectáculo de luz e cor que o fogo de artifício proporciona. Há quem diga que o de Ponte de Lima é muito melhor, que não se compara ao da Madeiras, que outras terras tem o melhor fogo. Pouco importa. Este para mim é melhor que qualquer um dos outros. É o da minha terra, cidade de Viana do Castelo, terra de pescadores e de mar, onde cada um dá o seu melhor para que a festa seja uma das maiores e importantes romarias do país.
#Descolorir
A coloração das iluminações das ruas de Viana do Castelo na Romaria de Nossa Senhora D’Agonia oculta a geometria dos enfeites luminosos. Ao fotografar em monocromático com alto contraste e um filtro artesanal não convencional, o resultado é uma sequência rítmica repetitiva de uma geometria led. É uma composição que reduz a exuberância policromática ao minimalismo da geometria luminosa monocromática.
do povo
A festa é do povo para o povo. “Nónimos” que vem ver a festa, passam pela cidade de forma anónima, mas que dão corpo à festa. É por eles que a festa existe e são eles que a alimentam. Aqui fica o meu tributo a essas pessoas que merecem mais consideração pela atenção com que vivem todos os momentos.